[Título da anotação: a frase ou a cena que ficou]
[O que aconteceu, em três ou quatro linhas: onde você estava, o que viu, o que alguém disse.]
O que trouxe na bagagem: [o que essa cena ensinou e como aparece hoje no seu trabalho]
O espaço da alummiô para pensar o que move uma marca: o que funciona, o que é ruído e o que muda na forma como as pessoas escolhem. Assinado por Thayana Moura, jornalista e fundadora da alummiô. Numerado e datado, para virar acervo — não feed.
Ensaios com tese. Numerados, datados e assinados — para virar acervo, não feed.
Nunca se produziu tanto conteúdo — e nunca as marcas disseram tão pouco. Sobre a diferença entre presença e voz.
Ler o N.º 02 →O anúncio traz o contato. O que acontece nos minutos seguintes decide a venda.
11 set. 2026 · 5 min N.º 03 · MarketingPor que tantos negócios tentam comprar audiência para um problema de posicionamento.
em breve N.º 04 · ComportamentoQuando tudo pede um clique, decidir vira a tarefa mais cara do dia.
em breveLivros que mudaram alguma coisa no meu jeito de pensar comunicação e negócio. Três anotações por livro: o que ficou, onde discordei e o que apliquei.
O que vejo tocando uma agência. Quem toca um negócio não precisa entender de marketing — precisa entender de gente, de conta e de escolha; o resto é execução. Estas notas são o que observo do lado de dentro, e cada uma termina no ponto da alummiô onde a conversa continua.
Ninguém abre o Instagram para resolver um problema — abre o Google. O post confirma a escolha; a busca é onde ela começa.
Qual é a sua dor hoje?É lá que a venda se perde: no tempo de resposta, em quem responde e no que acontece no dia seguinte. Nenhum anúncio conserta isso.
Como é trabalhar juntoAntes de investir em marketing, existe um primeiro passo mais barato e mais honesto: ser encontrado e compreendido.
Contratação avulsaPacote é o que se vende a quem não se conhece. A proposta nasce da conversa — do mesmo lado da mesa.
Os níveisO que aprendi longe da mesa de reunião. Emoção e negócio no mesmo cartão de embarque, porque na vida real eles nunca viajam separados.
[O que aconteceu, em três ou quatro linhas: onde você estava, o que viu, o que alguém disse.]
O que trouxe na bagagem: [o que essa cena ensinou e como aparece hoje no seu trabalho]
[A cena.]
O que trouxe na bagagem: [o que ficou.]
[A cena.]
O que trouxe na bagagem: [o que ficou.]

Sou jornalista, mas passei mais tempo dentro de operações do que dentro de redações — e é daí que vem o jeito como escrevo.
Antes de fundar a alummiô, em 2021, coordenei atendimento numa rede de fast food, toquei uma lanchonete por quase sete anos, negociei crédito numa incorporadora e fui head chef em Dublin. Hoje conduzo a comunicação de negócios sentando do mesmo lado da mesa do dono — porque já fui a dona.
Comecei aos vinte e poucos anos coordenando qualidade e atendimento no McDonald's, onde aprendi que padrão não é burocracia: é a única forma de entregar a mesma coisa boa mil vezes. Na lanchonete da família, em São Paulo, aprendi o que nenhum curso ensina — que margem, equipe e cliente moram na mesma frase. Na EZTEC, lendo balanço, capacidade de pagamento e risco, entendi que toda decisão de compra é, antes de tudo, uma conta.
Em Dublin, fui head chef e chefe de operações em duas cozinhas por três anos, uma delas a que ajudei a fundar. Cozinha profissional é a escola mais honesta de gestão que existe: ou o prato sai, ou não sai, e todo mundo vê.
Escrevo porque observar é parte do trabalho. Dentro das marcas vejo como as pessoas escolhem, desistem, confiam e se cansam. Fora delas, vejo o mesmo. O alummiando é onde anoto isso.
Estudo negócios — e, mais do que isso, vivo cada um deles por dentro. Cada fase deixou algo que hoje está na maneira como olho uma marca, um cliente, uma equipe. Clique num ano.
Vinte e poucos anos, um balcão e a responsabilidade de fazer a mesma coisa boa sair mil vezes por dia. Vi de perto o cliente que entrou decidido e saiu sem comprar porque esperou demais na fila.
Padrão não é burocracia — é respeito por quem está do outro lado. E a campanha na TV pode funcionar enquanto o ponto de venda falha. Isso virou o N.º 01 do caderno.
Jornalista, pós-graduada em Comunicação Social, MBA em Comunicação Estratégica, fundadora de agência e, antes disso, quinze anos do outro lado do balcão. Comento comunicação, comportamento de consumo e negócios num mercado cheio de gurus sem formação vendendo fórmula.
Entrevista, artigo de opinião, coluna, podcast, painel. Resposta no mesmo dia.
Thayana Moura é jornalista e fundadora da alummiô, agência de comunicação e performance em São Paulo. Antes de escrever sobre negócios, tocou operações, cozinhas e crédito por quinze anos. Assina o alummiando, o caderno da alummiô.
É na alummiô que as ideias do Caderno são testadas todos os dias: conduzo a comunicação e a performance de negócios de saúde, serviços e varejo em São Paulo, do lado de dentro, com um time sênior.
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